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acidente em plataforma de exploracao

UMA AVALIAÇÃO SOBRE O MAIOR ACIDENTE EM PLATAFORMA DE EXPLORAÇÃO DE PETROLEO

CASO AMOCO NO GOLFO DO MÉXICO

Em 24/01 na reunião mensal do COSEMA – Conselho Superior de Meio Ambiente da FIESP, na qual nosso diretor Cyro Bernardes Junior esteve presente  ocorreram vária apresentações, uma delas muito interessante proferida pelo Eng. Jaime Seta, que pertenceu a PETROBRAS falou sobre a explosão, vazamento de óleo que aconteceu em 20/04/2010 quando houve uma explosão no poço seguido de explosão e incêndio, 11 trabalhadores morreram, de 3,2 a 5 milhões de barris de petróleo foram derramados no mar, o vazamento só foi contido em 17/07/10.  As causas do acidente foi que a empresa BP decidiu apressar o início de operação do poço e não tomou os devidos cuidados o que levou a explosão e posterior dificuldade em selar poço. Os dados do controle do acidente são impressionantes: custou 29 bilhões de dólares a BP o controle da situação, houve épocas que existiam 49000 pessoas trabalhando na contenção da emergência, foi a maior mobilização de embarcações depois da segunda guerra.

O que chamou muito a atenção a forma de gestão do problema. Nos EUA há um Plano Nacional de Controle de Emergências que estabelece formas de gestão de grandes acidentes. Um dos instrumentos é o Incidente Comand System, que foi utilizado no caso com muito sucesso.  A Estrutura coloca junto a empresa, o órgão ambiental, Guarda costeira, etc., que trabalham de forma integrada  com o objetivo de minimizar o dano causado. A foto abaixo é do Centro de Comando de Operações. Algo muito diferente do que se viu em Mariana no Brasil onde o foco do pós acidente não foi a mitigação dos danos, tanto que a pluma percorreu mais de 700 km, sem que nada fosse feito. Não existe no País procedimentos nacionais para o controle de grandes emergências. O que existe são iniciativas isoladas de segmentos como é o caso da PETROBRAS, que possui procedimentos internos para controle de emergências. Cabe ressaltar que foi uma das empresas  estrangeiras que mais contribuiu para o controle do acidente no Golfo do México. Hoje faz parte de uma cadeia mundial cujo objetivo é ajuda mutua para o controle destas emergências no setor de óleo e gás.

Controle de Emergências

Sobre o acidente 5 anos depois as informações que houve limpeza e o ambiente está praticamente recuperado. Dados de volume pescado no Golfo do México mostram que após o acidente houve um decréscimo, mas que retomou aos níveis normais> Ressaltando-se que já havia uma tendência de queda na massa pescada antes do acidente.

 

 

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Modelo conceitual de contaminação da área da Central de Resíduos

A Ambconsult em parceria com a Alta Resolução (empresa de estudos geofísicos) foi contratada pela ENOB Ambiental para definir o modelo conceitual de contaminação da área da Central de Resíduos, que inclui um aterro sanitário em duas etapas complementares:

  1. Avaliação Preliminar: Histórico do uso da área, análise das informações e estudos já realizados, análise de fotografias e inspeções de campo;
  2. Avaliação Geofísica: Definição da pluma de contaminação (se houver).

Essa avaliação geofísica possibilitará uma definição mais precisa da locação de novos poços de monitoramento e juntamente com os perfis de sondagens já existentes também possibilitará melhor entendimento da geologia e hidrogeologia do local. Informações fundamentais para uma boa avaliação ambiental. Uma forma inovadora para estabelecer um programa de amostragens de solo, gases e água fundamentado na história do local e na avaliação geofísica, método demonstrado para detectar plumas de contaminação em aterros sanitários.

O projeto durará 90 dias.

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