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FIESP - Mapgraph

WORKSHOP INTERNACIONAL – Gestão de dados de monitoramento para melhor controle ambiental em empreendimentos

Paulo Skaf, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), convida para o

WORKSHOP INTERNACIONAL
GESTÃO DE DADOS DE MONITORAMENTO PARA MELHOR CONTROLE AMBIENTAL EM EMPREENDIMENTOS

Serão discutidos a atual forma de coleta e o tratamento de dados ambientais, levando em conta as visões dos atores envolvidos: Ibama, Cetesb, Fiesp e consultorias nacionais. Também serão abordadas as melhores práticas no setor, com a experiência da Noruega, a fim de melhorar a eficácia do processo e evitar gastos desnecessários. Participe!

27 de abril de 2017
Das 9h00 às 12h30

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Resíduos sólidos para técnicos de Gana

CURSO RESÍDUOS SÓLIDOS PARA TÉCNICOS DE GANA

A AMBCONSULT através de seu diretor Dr. Cyro Bernardes Junior ministrou 20h no curso promovido pela Fundação Getúlio Vargas para 6 técnicos da empresa ZoomLion, que opera vários serviços de limpeza pública em Gana.

No curso foi apresentado um panorama da situação brasileira de limpeza urbana, elaboração de Planos de Gestão de Resíduos, descrição de como são nossos serviços de limpeza pública, impactos ambientais, implantação e operação de sistemas de destinação final de resíduos domésticos.

Na próxima semana serão feitas visitas a instalações de serviços de limpeza pública em São Paulo. A AMBCONSULT acompanhará os técnicos em visita a CTR Jacareí da ENOB Ambiental.

Turma do curso de resíduos sólidos

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Macrodrenagem na Região Metropolitana

No dia 25/10/2016 nosso diretor Eng. Cyro Bernardes Junior participou da Reunião do COSEMA – FIESP.

Nesta reunião o Eng Ricardo Borsari Superintendente do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) fez uma palestra sobre a situação da Macrodrenagem na Região Metropolitana.

Começou comentando a diferença de visões da drenagem antes de 1994 onde predominava a idéias de canalizar os rios e ocupar o fundo de vale com obras viárias. Em 1994 com a implantaçaõ do piscinão do Pacaembu há uma mudança de paradigma e se começa a focar na diminuição das vazões de cheia que chegam.

Hoje esse conceito se estende para uma revitalização dos fundos de vale, diminuição da impermeabilização, limitação das vazões através da implantação de piscinões e polderes, bem como na ampliação do sistema de alerta.

Mostrou um gráfico muito interessante com a comparação das duas visões sobre a gestão de quantidade de água drenada.

Macrodrenagem na Região Metropolitana

Estes conceitos foram adotados no Plano Diretor de Macrodrenagem do Alto Tiete 2 elaborado em 2008, sendo que em 2001 se iniciou o PDMAT 3 ainda não terminado.

Segundo Ricardo houve com isso uma significativa diminuição de pontos de enchente na Região Metropolitana com a implantação de várias obras como piscinões, polderes e recuperação de várzeas de rios, mas falta muito ainda. Ressaltou que há necessidade de haver também uma atuação das prefeituras para o controle da microdrenagem dos empreendimentos, evitando assim que passem a curva de enchente para a cidade de jusante.

Este conceito foi o proposto na parte de drenagem no Plano de Saneamento Básico que a AMBCONSULT fez para a cidade de Caieiras na Região Metropolitana e faz parte da Lei de Saneamento do município, elaborada á partir do Plano.

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Parceria Público Privada

Parcerias público privada são privatizações do serviço publico

Na propaganda eleitoral ouviu-se muito que se faria a privatização de vários serviços públicos por vários candidatos, e ao mesmo tempo outros candidatos retrucavam que a privatização seria entregar serviços com foco na população para empresas cujo único objetivo seria o lucro e que com isto haveria uma perda de qualidade por parte da população.

A concessão de serviços públicos na modalidade Parceria Público Privada, ou concessão administrativa foi regulada pela lei 79 de 2004, portanto muito nova ainda.

Alguns conceitos importantes a legislação trouxe, o mais abrangente é que neste tipo de Parceria, a grosso modo tem-se o Estado como aquele que define os FINS, a inciativa privada define os MEIOS. Na PPP o Estado define o que quer do serviço público seja saneamento básico, limpeza urbana ou iluminação pública através de leis e planos. Esta definição estabelece o que se deseja do serviço, como a população será atendida, bem os mecanismos de participação e ouvidoria que o serviço deve ter. O ESTADO está atuando como representante da sociedade definindo como quer o serviço.

A iniciativa privada irá encontrar e organizar os recursos para chegar aos fins definidos pelo Estado. A iniciativa privada é muito mais eficiente que o Estado na execução, mas é incapaz de levar em conta o interesse público na definição dos objetivos do serviço. A Parceria Público Privada procura combinar estas duas características, o Estado como sociedade e o privado como bom executor.

Para isso a Lei exige uma série de controles como Agências Reguladoras e Leis relativas ao serviço, por exemplo a Lei Municipal de Saneamento, para que os fins sejam garantidos.. O maior exemplo dessa conjugação foi um projeto de PPP para as escolas de ensino fundamental no município de Belo Horizonte. Por este contrato a construção e manutenção das escolas ficou a cargo da concessionária enquanto que a parte pedagógica, professores e gestão ficaram a cargo do Estado, mostrando bem esta conjugação.

Na minha opinião essa conjugação NÂO é privatização, onde os fins e meios da organização passam a ser definidos pela iniciativa privada, por exemplo como foi o caso da EMBRAER, mas uma gestão onde se procura combinar o que há de melhor de cada um Estado e Iniciativa Privada.

Abaixo um diagrama sobre o SERVIÇO PUBLICO OPERADO PELO ESTADO OU DIRETAMENTE OU POR CONTRATO

contrato

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